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A produção dos radiofármacos faz parte do Projeto Cíclotron, que exigiu investimentos de R$ 17,6 milhões, sendo R$ 7,7 milhões aplicados pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo HC nas obras de adequação, além de R$ 9,9 milhões no equipamento, doado pelo Hospital Sírio Libanês.

Por ter vida útil extremamente curta (cerca de 110 minutos), os radiofármacos precisam ser utilizados rapidamente após a produção. Na última segunda-feira, o medicamento foi produzido no HC durante o período da manhã, e às 10h45 foi transportado para o Hospital Sírio Libanês, que é parceiro do HC no projeto. Às 12h, os radiofármacos foram injetados em três pacientes do Sírio Libanês, que em seguida passaram por exames de imagens.

Ainda neste semestre, os pacientes do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo deverão ser beneficiados com este novo tipo de exame.

Atualmente, a substância - o fluordexoxiglicose - só é produzida por cinco instituições no Brasil: o Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear, de Belo Horizonte (MG); o Instituto de Engenharia Nuclear do Rio de Janeiro e o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, de São Paulo, além de duas empresas privadas, uma de Porto Alegre (RS) e outra de Brasília (DF).

 

Renata Gonçalez

Assessoria de Comunicação CRF-SP

 

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