Produtos que poderão ser comercializados por farmácias e drogarias, inclusão dos serviços de atenção farmacêutica, aferição de pressão arterial e glicemia capilar  bem como a prestação de serviço em domicílio, foram alguns dos assuntos tratados.

Dra. Raquel Rizzi discorreu sobre o tema durante pouco mais de uma hora e logo após abriu espaço para perguntas. Ela enfatizou que, para o CRF-SP, trata-se de um momento único, visto que a efetiva presença do farmacêutico e a prestação de serviços de atenção à saúde da população são diretrizes já previstas pela lei federal 8080/90, que cria o Sistema Único de Saúde (SUS).

Há muitos anos o CRF-SP trabalha incessantemente para que farmácias e drogarias tenham o caráter de atenção à saúde e não o de um simples comércio. A criação das Comissões Assessoras e de grupos de discussão que contribuíram para a elaboração da RDC 44/09 são evidências do sucesso desse trabalho.

Segundo dra. Raquel, este é um momento de mudança cultural dos cidadãos, no qual a orientação e a atenção farmacêutica tornam-se pontos imprescindíveis à saúde da população.