Dra. Margarete Akemi Kishi, secretária-geral do CRF-SP e docente,  fez a abertura do IV Fórum e agradeceu aos profissionais que lutaram pelo estabelecimento das 4.000 horas. “Esse fórum é resultado nosso: dos farmacêuticos atuantes, ou não, em docência. Com essa mobilização intensa de profissionais, foi possível o Parecer CNE/CES n°213, que define a carga mínima do curso”.

Dra. Margarete Akemi Kishi, secretária-geral do CRF-SPDra. Margarete Akemi Kishi, secretária-geral do CRF-SP

Dra. Margarete Akemi Kishi, secretária-geral do CRF-SP


 “Após o Parecer, vêm os desafios. Quando se discute carga horária, o curso de Farmácia é referência, pois brigou e batalhou junto ao Ministério da Educação (MEC). Agora nosso próximo passo com esse IV Fórum é elaborar um documento que vai nortear os coordenadores de curso a implantar mecanismos de ação para essas diretrizes”, afirma o Profº. Dr. Fábio Ribeiro da Silva, coordenador do curso de Farmácia da Unisa.

Profº. Dr. Fábio Ribeiro da Silva, coordenador do curso de Farmácia da UnisaProfº. Dr. Fábio Ribeiro da Silva, coordenador do curso de Farmácia da Unisa

Profº. Dr. Fábio Ribeiro da Silva, coordenador do curso de Farmácia da Unisa

 A Profª. Dra. Patrícia de Carvalho Mastroianni, docente do curso de Farmácia da Unesp destacou na sua apresentação que: “Não adianta somente estar normatizada, o Parecer CNE/CES n°213 precisa estar implementado e para isso, precisamos avaliar a regionalidade de cada município”.

Profª. Dra. Patrícia de Carvalho Mastroianni, docente do curso de Farmácia da UnespProfª. Dra. Patrícia de Carvalho Mastroianni, docente do curso de Farmácia da Unesp

Profª. Dra. Patrícia de Carvalho Mastroianni, docente do curso de Farmácia da Unesp


Para falar sobre concepção e importância das atividades complementares e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), o coordenador do curso de Farmácia da Unoeste Paulista, Prof°. Dr. Luis do Nascimento Ortega, falou da responsabilidade em garantir estratégias adequadas para possibilitar a aquisição de conhecimento por parte dos alunos com essas atividades, mas para isso é fundamental definir claramente as regras para o TCC.

Prof° Dr. Luis do Nascimento Ortega, o coordenador do curso de Farmácia da Unoeste PaulistaProf° Dr. Luis do Nascimento Ortega, o coordenador do curso de Farmácia da Unoeste Paulista

Prof° Dr. Luis do Nascimento Ortega, o coordenador do curso de Farmácia da Unoeste Paulista


Quando o assunto foi “Modelos de aplicabilidade dos estágios obrigatórios”, a coordenadora do curso de Ciências Farmacêuticas e responsável pelos estágios obrigatórios da Unaerp, Profª Dra. Marise Bastos Stevanato, disse que o ideal é que o aluno realize estágios em todas as áreas, mas é necessário avaliar a diferença de regionalidade, saber diferenciar que aulas práticas não equivalem a estágios. “Além de tudo isso, priorizar em primeiro lugar, a aptidão do estudante”, ressalta.

 

Profª Dra. Marise afirma que é fundamental fixar normas para os estágios obrigatórios. “O conteúdo teórico de qualquer curso de farmácia do Brasil deve considerar todas as áreas para que o currículo seja, efetivamente, generalista. É justamente no estágio que podemos considerar a questão da regionalidade”.

Profª Dra. Marise Bastos Stevanato, coordenadora do curso de Farmácia da UnaerpProfª Dra. Marise Bastos Stevanato, coordenadora do curso de Farmácia da Unaerp

Profª Dra. Marise Bastos Stevanato, coordenadora do curso de Farmácia da Unaerp


“Muitas vezes as diretrizes não estão erradas, são os docentes que têm que mudar a prática do ensino. E eles têm que utilizar o que foi estabelecido nas diretrizes para buscar essa mudança”, foi a mensagem deixada no IV Fórum de discussões da Profª Dra. Zilamar Costa Fernandes, membro da Comissão de Ensino do Conselho Federal de Farmácia (CFF).

Profª Dra. Zilamar Costa Fernandes, membro da Comissão de Ensino do CFFProfª Dra. Zilamar Costa Fernandes, membro da Comissão de Ensino do CFF

Profª Dra. Zilamar Costa Fernandes, membro da Comissão de Ensino do CFF