A presidente do CRF-SP, dra. Raquel Rizzi, foi entrevistada pela Folha de S. Paulo e enfatizou que o farmacêutico é o último elo entre o medicamento e o usuário e destacou ainda que, sem orientação, os medicamentos isentos de prescrição podem mascarar os sintomas de uma doença mais séria. “Atrás do balcão, o medicamento será vendido com mais orientação. A pessoa pode tomar o remédio para dor de cabeça e o problema pode ser de visão. O farmacêutico pode triá-la”.

Confira a matéria publicada em 18 de junho, na íntegra.